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Brasil atinge 48 milhões de pessoas abaixo da linha da pobreza. Afirma relatório.

Por: André Santos

Fonte: MSN/ Folha estado de São Paulo

Cerca de 48,6 milhões de pessoas são beneficiárias do programa de transferência de renda, enquanto aproximadamente 39,2 milhões de brasileiros têm vínculos formais de emprego no país.

Qual seria um “melhor salário”?

Seria de cerca de R$ 3.000 mensais para que o brasileiro possa ter condições dígnas de vida e não apenas “ficar fora da linha da pobreza”, Afirma Anker Research Institute, observatório mundial para a qualidade de vida no planeta.

O Brasil registrou um fato inédito na dinâmica socioeconômica ao ultrapassar em número absoluto o total de pessoas que recebem o Bolsa Família em relação às que possuem emprego formal com carteira assinada (CLT). De acordo com informações do portal Folha do Estado, cerca de 48,6 milhões de pessoas são beneficiárias do programa de transferência de renda, enquanto aproximadamente 39,2 milhões de brasileiros têm vínculos formais de emprego no país.

Luís Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil.

Ainda segundo o veículo, essa inversão é um reflexo das mudanças estruturais no mercado de trabalho e na economia brasileira nos últimos anos. O Bolsa Família, programa de assistência social mantido pelo governo federal, foi ampliado e hoje atende a um número expressivo de famílias em situação de vulnerabilidade, enquanto a formalização do trabalho tem enfrentado desafios de crescimento mais lento.

O IDH é um indicador que mede o desenvolvimento humano de um país, considerando a qualidade de vida e o grau de desenvolvimento econômico. Quanto mais próximo de 1 for o valor do IDH, melhor a situação do país. 

Novamente o estado do Maranhão, terra dos Sarneys e do Ministro do STF Flávio Dino, ex governador, lidera o ranking de menor indice de IDH do Brasil. Dados IBGE 2021/22.

O debate em torno dessa realidade tem repercutido amplamente nas redes sociais e em debates políticos. Um dos argumentos é o de que políticas de assistência, embora essenciais em momentos de crise ou para redução da pobreza, não substituem a necessidade de criação de empregos de qualidade e estímulo ao crescimento econômico sustentável. Outros defendem que a expansão de programas sociais é uma resposta necessária ao desemprego estrutural e às desigualdades históricas.

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